Em meio ao turbulento processo eleitoral que irá reconduzir o suíço Joseph Blatter, nesta quarta-feira, a seu quarto mandato consecutivo na presidência da entidade, a Fifa cogitou recorrer ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tentar resgatar a credibilidade perdida nas última semanas por conta da série de escândalos de corrupção envolvendo a cúpula do órgão.
Segundo reportagem publicada na edição desta quarta-feira do jornal O Estado de S.Paulo, assinada pelo correspondente Jamil Chade, da Rádio Estadão ESPN, o desespero da organização do pleito da Fifa foi tão grande nas últimas horas que o nome do ex-presidente do Brasil chegou a ser apontado como alguém que poderia ser chamado para tentar transmitir uma imagem positiva à entidade.
Pessoas ligadas à entidade disseram ao jornal que o “plano Lula” chegou a ser aventado dentro do governo britânico como possível solução para a crise. Após oito anos à frente do governo brasileiro, Lula tem boa imagem internacionalmente e também boa relação com dirigentes da Fifa e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Nos bastidores, muito da vitória brasileira como país-sede da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, é atribuído ao peso internacional do ex-presidente da República e à sua postura ativa durante as campanhas do país para que o Brasil fosse escolhido pela Fifa e pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
Na última terça-feira, a federação de futebol do Reino Unido pediu o adiamento da eleição na Fifa por conta das denúncias de corrupção envolvendo a cúpula da entidade, mas, nesta quarta, o Congresso do órgão rejeitou, por ampla maioria, a proposta dos britânicos. A eleição acontece mesmo hoje.
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Segundo reportagem publicada na edição desta quarta-feira do jornal O Estado de S.Paulo, assinada pelo correspondente Jamil Chade, da Rádio Estadão ESPN, o desespero da organização do pleito da Fifa foi tão grande nas últimas horas que o nome do ex-presidente do Brasil chegou a ser apontado como alguém que poderia ser chamado para tentar transmitir uma imagem positiva à entidade.
Pessoas ligadas à entidade disseram ao jornal que o “plano Lula” chegou a ser aventado dentro do governo britânico como possível solução para a crise. Após oito anos à frente do governo brasileiro, Lula tem boa imagem internacionalmente e também boa relação com dirigentes da Fifa e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Nos bastidores, muito da vitória brasileira como país-sede da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, é atribuído ao peso internacional do ex-presidente da República e à sua postura ativa durante as campanhas do país para que o Brasil fosse escolhido pela Fifa e pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
Na última terça-feira, a federação de futebol do Reino Unido pediu o adiamento da eleição na Fifa por conta das denúncias de corrupção envolvendo a cúpula da entidade, mas, nesta quarta, o Congresso do órgão rejeitou, por ampla maioria, a proposta dos britânicos. A eleição acontece mesmo hoje.
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