A contratação de Cesc Fàbregas pelo Barcelona, a ser confirmada oficialmente nos próximos dias, colocará fim a uma das mais longas novelas do futebol internacional. Por cerca de 40 milhões de euros, o campeão europeu realizará um sonho antigo - tanto seu quanto do jogador. Mas será Fàbregas tão necessário assim ao clube blaugrana?
A impressão inicial é de que Fàbregas troca o posto de capitão dos Gunners, onde não conseguiu grandes conquistas, por um papel de reserva de luxo na Catalunha. Afinal de contas, sua concorrência é de Xavi e Iniesta, dois dos melhores do mundo na posição. E se na seleção espanhola Fàbregas é banco da dupla, por que haveria de ser diferente no clube?
A ideia de barrar Busquets para dar espaço a Cesc não se sustenta. Até mesmo um time com tanta posse de bola não pode abrir mão de pelo menos um volante de marcação e pegada. Alguém que faça o "trabalho sujo". Também não faz sentido mexer no vitorioso esquema 4-3-3, com Messi de "falso nove", adotado na última temporada.
Evidentemente, com lesões e a necessidade de dar descanso em momentos estratégicos, haverá espaço para todos. Mesmo assim, a chegada de Fàbregas pode frear a ascensão de Thiago Alcântara, que vem de estrear pela seleção espanhola e foi o grande nome da pré-temporada do Barça. E pode parecer prematuro, mas Thiago dá a impressão de um potencial para ser tão bom ou até melhor que o novo companheiro de clube.
A chegada de Fàbregas soa, portanto, como um capricho, uma demonstração de força. Pensando a longo prazo, faz mais sentido. Fàbregas tem 24 anos, Xavi 31. A tendência é que a troca da batuta do meio-campo seja feita aos poucos, gradativamente.
Pensando apenas na temporada que se inicia: precisar, não precisa. Mas se Guardiola souber administrar suas estrelas, mantendo todos (principalmente Cesc) satisfeitos, pode ajudar.
Visite também http://schiavini-tudopelametade.blogspot.com/
A impressão inicial é de que Fàbregas troca o posto de capitão dos Gunners, onde não conseguiu grandes conquistas, por um papel de reserva de luxo na Catalunha. Afinal de contas, sua concorrência é de Xavi e Iniesta, dois dos melhores do mundo na posição. E se na seleção espanhola Fàbregas é banco da dupla, por que haveria de ser diferente no clube?
A ideia de barrar Busquets para dar espaço a Cesc não se sustenta. Até mesmo um time com tanta posse de bola não pode abrir mão de pelo menos um volante de marcação e pegada. Alguém que faça o "trabalho sujo". Também não faz sentido mexer no vitorioso esquema 4-3-3, com Messi de "falso nove", adotado na última temporada.
Evidentemente, com lesões e a necessidade de dar descanso em momentos estratégicos, haverá espaço para todos. Mesmo assim, a chegada de Fàbregas pode frear a ascensão de Thiago Alcântara, que vem de estrear pela seleção espanhola e foi o grande nome da pré-temporada do Barça. E pode parecer prematuro, mas Thiago dá a impressão de um potencial para ser tão bom ou até melhor que o novo companheiro de clube.
A chegada de Fàbregas soa, portanto, como um capricho, uma demonstração de força. Pensando a longo prazo, faz mais sentido. Fàbregas tem 24 anos, Xavi 31. A tendência é que a troca da batuta do meio-campo seja feita aos poucos, gradativamente.
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