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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Ceni minimiza rótulo de maior da história são-paulina e se diz apenas 'mais um'

Mais uma vez consagrado após atingir mais uma marca histórica vestindo a camisa do São Paulo, a de mil jogos pelo clube do Morumbi, o goleiro e capitão Rogério Ceni adotou um discurso humilde ao ser questionado se é o maior jogador da história tricolor. Na última quarta-feira, em meio à grande festa depois da vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-MG, Ceni disse que se vê como “mais um” ídolo a representar a equipe. 

“Me sinto mais um que representa o clube. Talvez essa longevidade faça com que as pessoas pensem assim. Mas não consigo enxergar assim daqui de dentro. Até o (Alexandre) Lozetti, (repórter) do LANCE!, perguntou para mim ontem: ‘Você faz força para se igualar aos outros?’. Não, é que realmente não me vejo assim”, afirmou o capitão do São Paulo. 


“Sinto o carinho do torcedores e também dos torcedores adversários. Alguma coisa de bom a gente fez, e as mil vezes era algo que não imaginava. Até perguntei para o Rivaldo se ele já tinha jogado mil vezes. Ele disse: ‘Uns 800 já joguei. Só no Barça, foram 300’. Então...”, completou o goleiro. 

Rogério Ceni aproveitou para citar outros dois grandes goleiros da história do São Paulo, Gilmar e Zetti – este último, de quem foi reserva por alguns anos na primeira metade da década de 1990. “Gilmar foi quem deu a primeira luva para eu jogar a final do Campeonato Paulista juvenil de 1990. E o Zetti me deu a camisa, legal isso. Dois caras muito grandes na história do São Paulo, um titular de 1986 a 1990 e o outro de 1990 a 1996. E os os dois campeões brasileiros, mudial, enfim”, destacou.



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