O Santos teve sete desfalques para enfrentar o Palmeiras, neste domingo, na Vila Belmiro. Por isso, o técnico Muricy Ramalho resolveu valorizar a vitória e a respectiva atuação da equipe. Para o treinador santista, o time soube atuar sem jogadores importantes, como o volante Arouca e o atacante Neymar, dentre outros, para sair de campo com um resultado positivo.
"Acho que dentro das nossas limitações e dos desfalques, jogamos bem. O Deola pegou muito e tivemos muitas oportunidades. Encaixamos bem a marcação e, como temos jogadores perigosos, uma hora iríamos fazer o gol. Dentro das nossas limitações, jogamos compactos", disse.
Muricy destacou que o treino tático comandado por ele um dia antes do clássico foi importante para que tanto o jovem lateral Crystian quanto o veterano Léo não sofressem tanto com os ataques palmeirenses e tivessem liberdade para apoiar o ataque.
"Tivemos pouco tempo para treinar. Só restou ontem (sábado) a tarde, um pouco de posicionamento, e aproveitamos para dar mais segurança aos laterais, principalmente o Crystian. Com a proteção do Adriano de um lado e do Henrique do outro, eles ficaram bem a vontade para atacar. Era algo que vinha faltando para a gente. Não é possível ter esse número de atacantes com qualidade se a bola não chega pelos lados do campo. E eles souberam explorar isso, especialmente o Léo, que se aproximou bastante da linha de fundo", comentou.
O comandante alvinegro ainda definiu a vitória de sua equipe como justa, pelo que foi apresentado principalmente no segundo tempo.
"Acho que fomos o time que mais buscou a vitória. O primeiro tempo foi equilibrado, de muita marcação e pouco espaço. No segundo tempo, nós apertamos eles e a bola ficou mais lá (perto do gol de Deola). A única chance deles marcarem gol era através da bola parada. Falei para os nossos jogadores se concentrarem nela que, se nós estivéssemos bem posicionados em campo, teríamos mais chances e uma hora a bola ia entrar", encerrou.
"Acho que dentro das nossas limitações e dos desfalques, jogamos bem. O Deola pegou muito e tivemos muitas oportunidades. Encaixamos bem a marcação e, como temos jogadores perigosos, uma hora iríamos fazer o gol. Dentro das nossas limitações, jogamos compactos", disse.
Muricy destacou que o treino tático comandado por ele um dia antes do clássico foi importante para que tanto o jovem lateral Crystian quanto o veterano Léo não sofressem tanto com os ataques palmeirenses e tivessem liberdade para apoiar o ataque.
"Tivemos pouco tempo para treinar. Só restou ontem (sábado) a tarde, um pouco de posicionamento, e aproveitamos para dar mais segurança aos laterais, principalmente o Crystian. Com a proteção do Adriano de um lado e do Henrique do outro, eles ficaram bem a vontade para atacar. Era algo que vinha faltando para a gente. Não é possível ter esse número de atacantes com qualidade se a bola não chega pelos lados do campo. E eles souberam explorar isso, especialmente o Léo, que se aproximou bastante da linha de fundo", comentou.
O comandante alvinegro ainda definiu a vitória de sua equipe como justa, pelo que foi apresentado principalmente no segundo tempo.
"Acho que fomos o time que mais buscou a vitória. O primeiro tempo foi equilibrado, de muita marcação e pouco espaço. No segundo tempo, nós apertamos eles e a bola ficou mais lá (perto do gol de Deola). A única chance deles marcarem gol era através da bola parada. Falei para os nossos jogadores se concentrarem nela que, se nós estivéssemos bem posicionados em campo, teríamos mais chances e uma hora a bola ia entrar", encerrou.

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