O meia Carlos Alberto roubou a cena no empate do Grêmio com o León de Huánaco, nesta quinta-feira. Autor do gol do empate por 1 a 1, ele fez sua melhor partida pelo clube. Mas o que chamou a atenção mesmo foi a comemoração que o jogador fez após balançar a rede.
Carlos Alberto imitou a dança do goleiro Kidiaba, do Mazembe, algoz do Inter no Mundial de Clubes.
A provocação é uma clara resposta à atitude de Leandro Damião, que no fim de semana, ao marcar pelo Inter no Campeonato Gaúcho, havia provocado os gremistas. O atacante imitou um quarto árbitro erguendo uma placa de acréscimos, em clara referência à final do primeiro turno do Gaúcho, quando o Grêmio foi campeão após faz um gol após os 45 do segundo tempo.
Após o episódio com Damião, Carlos Alberto criticou duramente o rival. "Leandro Damião, mais respeito. Está começando agora e não é assim. E a gente respeita vocês", disse. Nesta quinta-feira, ele mudou o discurso.
“Tudo é normal se não há violência. No Rio esse tipo de provocação é muito comum. Espero que em Porto Alegre isso seja comum também. Dentro da normalidade e sem violência, sempre”, afirmou.
O técnico Renato Gaúcho minimizou a provocação de Carlos Alberto. “Para falar a verdade, nem vi. Comemorei com o banco e, quando me virei, ele já estava correndo para me abraçar”, disse o técnico.
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Carlos Alberto imitou a dança do goleiro Kidiaba, do Mazembe, algoz do Inter no Mundial de Clubes.
A provocação é uma clara resposta à atitude de Leandro Damião, que no fim de semana, ao marcar pelo Inter no Campeonato Gaúcho, havia provocado os gremistas. O atacante imitou um quarto árbitro erguendo uma placa de acréscimos, em clara referência à final do primeiro turno do Gaúcho, quando o Grêmio foi campeão após faz um gol após os 45 do segundo tempo.
Após o episódio com Damião, Carlos Alberto criticou duramente o rival. "Leandro Damião, mais respeito. Está começando agora e não é assim. E a gente respeita vocês", disse. Nesta quinta-feira, ele mudou o discurso.
“Tudo é normal se não há violência. No Rio esse tipo de provocação é muito comum. Espero que em Porto Alegre isso seja comum também. Dentro da normalidade e sem violência, sempre”, afirmou.
O técnico Renato Gaúcho minimizou a provocação de Carlos Alberto. “Para falar a verdade, nem vi. Comemorei com o banco e, quando me virei, ele já estava correndo para me abraçar”, disse o técnico.
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