O técnico Muricy Ramalho já muda o tom a respeito de uma possível ida para o Santos. Se logo depois de se demitir do Fluminense há exatamente uma semana ele projetava férias mais longas e pensava em descansar por pelo menos 30 dias, agora o treinador fala em mudar de opinião e já estuda formas de montar o time santista.
O presidente do clube paulista, Luís Álvaro Ribeiro, anunciou nesta segunda-feira que Marcelo Martelotte não continuará como técnico interino do time. Ainda hoje o dirigente confirmará se Martelotte será efetivado, ou se outro nome será contratado, Muricy é uma opção.
“O que me faria mudar de ideia é que tem que estar preparado. Sou muito consciente do que eu faço e sei da responsabilidade de ser técnico de futebol. Tem que estar muito preparado. Quando fui para o Fluminense, estava preparado, sabia que ia pegar uma pedreira”, disse Muricy, em entrevista à ‘Bandsports.’
“Então, preciso de um tempo para clarear as coisas. Claro que depois desse tempo as conversas são muito importantes. Sou um técnico que não sou de levar muitas pessoas. Sempre vou eu o Tata – auxiliar – e mais, no máximo, uma pessoa. Valorizo muito as pessoas que estão no lugar. No futebol tem que ter parceria. Tem que ter bom entrosamento com as pessoas.”

“Essas coisas me fazem mudar muito de opinião. Prezo muito a pessoa me convencer que o ambiente é muito bom. Isso pode mudar muito minha maneira de pensar sobre ir ou não para um time de futebol. Uma coisa que me conquista são as pessoas”, concluiu, antes de falar que não teria problemas com as características ofensivas do Santos
“Não seria problema nenhum dirigir esse time, porque tenho um pouco de experiência já em relação a isso. Já dirigi time jovem, time mais veterano. Não adianta o técnico chegar em um lugar e querer mudar completamente as características do jogador. O DNA do Santos o técnico não pode mudar. Eles são alegres demais, têm o improviso. Sofre um pouco sem a bola, o que é natural porque tem a proposta de ser muito agressivo. Mas isso não se deve mudar."
"Antes da Libertadores, me perguntaram quem era o favorito e eu falei que era o Santos. Porque acho que tem o melhor time do país e joga da maneira como o torcedor brasileiro gosta. É um time muito descontraído. No meu tempo o São Paulo dava a bola para o Pedro Rocha e ele decidia. No Corinthians, dava a bola para o Rivelino e ele decidia. Hoje tem poucos times que têm esses jogadores fora de série e o Santos tem esses jogadores, que são o Ganso e o Neymar. São os melhores jogadores do país. E o time é muito forte, em todos os compartimentos", disse Muricy, que acredita nas chances de classificação do Santos na Libertadores, apesar da situação difícil na fase de grupos.
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O presidente do clube paulista, Luís Álvaro Ribeiro, anunciou nesta segunda-feira que Marcelo Martelotte não continuará como técnico interino do time. Ainda hoje o dirigente confirmará se Martelotte será efetivado, ou se outro nome será contratado, Muricy é uma opção.
“O que me faria mudar de ideia é que tem que estar preparado. Sou muito consciente do que eu faço e sei da responsabilidade de ser técnico de futebol. Tem que estar muito preparado. Quando fui para o Fluminense, estava preparado, sabia que ia pegar uma pedreira”, disse Muricy, em entrevista à ‘Bandsports.’
“Então, preciso de um tempo para clarear as coisas. Claro que depois desse tempo as conversas são muito importantes. Sou um técnico que não sou de levar muitas pessoas. Sempre vou eu o Tata – auxiliar – e mais, no máximo, uma pessoa. Valorizo muito as pessoas que estão no lugar. No futebol tem que ter parceria. Tem que ter bom entrosamento com as pessoas.”

Muricy é nome forte para assumir o Santos
“Essas coisas me fazem mudar muito de opinião. Prezo muito a pessoa me convencer que o ambiente é muito bom. Isso pode mudar muito minha maneira de pensar sobre ir ou não para um time de futebol. Uma coisa que me conquista são as pessoas”, concluiu, antes de falar que não teria problemas com as características ofensivas do Santos
“Não seria problema nenhum dirigir esse time, porque tenho um pouco de experiência já em relação a isso. Já dirigi time jovem, time mais veterano. Não adianta o técnico chegar em um lugar e querer mudar completamente as características do jogador. O DNA do Santos o técnico não pode mudar. Eles são alegres demais, têm o improviso. Sofre um pouco sem a bola, o que é natural porque tem a proposta de ser muito agressivo. Mas isso não se deve mudar."
"Antes da Libertadores, me perguntaram quem era o favorito e eu falei que era o Santos. Porque acho que tem o melhor time do país e joga da maneira como o torcedor brasileiro gosta. É um time muito descontraído. No meu tempo o São Paulo dava a bola para o Pedro Rocha e ele decidia. No Corinthians, dava a bola para o Rivelino e ele decidia. Hoje tem poucos times que têm esses jogadores fora de série e o Santos tem esses jogadores, que são o Ganso e o Neymar. São os melhores jogadores do país. E o time é muito forte, em todos os compartimentos", disse Muricy, que acredita nas chances de classificação do Santos na Libertadores, apesar da situação difícil na fase de grupos.
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