Grêmio perdeu a batalha contra o Internacional para ter estádio como sede na Copa do Mundo de 2014, mas saiu na frente do arquirrival na construção de sua arena. Segundo matéria desta quinta-feira do jornal O Estado de S. Paulo, a construtora OAS está muito próxima de conseguir seu financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
No mês de janeiro, a OAS formalizou o pedido de crédito de R$ 210 milhões, correspondente a 45% do total previsto para a obra da nova arena, que tem inauguração prevista para 2012.
“Como o BNDES definiu que o limite do empréstimo seria de 45% do total do investimento, iniciamos as obras em setembro do ano passado consumindo a contrapartida de 55% que faremos com recursos próprios. Ainda temos muito fôlego para seguir com o cronograma. Já levantamos até alguns pilares. A tramitação no BNDES não vai impactar o prazo da obra”, disse Carlos Eduardo Barreto Neto, diretor regional da OAS.
A expectativa é que o financiamento da OAS seja aprovado até abril pelo BNDES. Enquanto isso, o Internacional ainda não achou um grupo de bancos para funcionar como intermediário no empréstimo junto ao BNDES. Os colorados serão sede da Copa e buscam o teto de R$ 400 milhões.
O presidente da Grêmio Empreendimentos, Eduardo Antonini, já provoca os rivais e até coloca a nova arena tricolor como opção para a Fifa caso as obras no Beira-Rio não andem como o planejado.
“A cada dia que passa é menos um para eles comprovarem a engenharia financeira do Beira-Rio e o nosso está em andamento. Se o deles não sair, o nosso estará pronto, garantido a sede em Porto Alegre”, afirmou Antonini. “O importante é que conseguimos propor um modelo que permitiu ao Grêmio ter uma arena moderna, padrão Fifa, chance que nenhum outro clube no Brasil tem”, completou.
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No mês de janeiro, a OAS formalizou o pedido de crédito de R$ 210 milhões, correspondente a 45% do total previsto para a obra da nova arena, que tem inauguração prevista para 2012.
“Como o BNDES definiu que o limite do empréstimo seria de 45% do total do investimento, iniciamos as obras em setembro do ano passado consumindo a contrapartida de 55% que faremos com recursos próprios. Ainda temos muito fôlego para seguir com o cronograma. Já levantamos até alguns pilares. A tramitação no BNDES não vai impactar o prazo da obra”, disse Carlos Eduardo Barreto Neto, diretor regional da OAS.
A expectativa é que o financiamento da OAS seja aprovado até abril pelo BNDES. Enquanto isso, o Internacional ainda não achou um grupo de bancos para funcionar como intermediário no empréstimo junto ao BNDES. Os colorados serão sede da Copa e buscam o teto de R$ 400 milhões.
O presidente da Grêmio Empreendimentos, Eduardo Antonini, já provoca os rivais e até coloca a nova arena tricolor como opção para a Fifa caso as obras no Beira-Rio não andem como o planejado.
“A cada dia que passa é menos um para eles comprovarem a engenharia financeira do Beira-Rio e o nosso está em andamento. Se o deles não sair, o nosso estará pronto, garantido a sede em Porto Alegre”, afirmou Antonini. “O importante é que conseguimos propor um modelo que permitiu ao Grêmio ter uma arena moderna, padrão Fifa, chance que nenhum outro clube no Brasil tem”, completou.
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