Poucos personagens na história do futebol brasileiro representam a síntese de uma era. Dunga representa duas. Primeiro como jogador, depois como técnico, o gaúcho esteve no centro das atenções e fez parte da história do futebol do país durante mais de duas décadas. Mas, depois de naufragar no comando da seleção na Copa do Mundo de 2010, Dunga sumiu.
Distante da imprensa, recluso, Dunga foi viver a vida em Porto Alegre. Recusou propostas, disse não a times do Brasil, da Europa, dos Emirados Árabes e até de seleções sul-americanas.
Depois de mais de um ano sumido, Dunga falou. Em entrevista ao Histórias do Esporte, da ESPN Brasil, o ex-treinador da seleção brasileira avaliou sua passagem pela equipe pentacampeã mundial e fez uma série de revelações. Entre elas, disse que mudaria algumas das atitudes que tomou quando ocupava o cargo.
“Futebol é um jogo de acertos e erros, que depende de seres humanos. Lógico que se perguntarem se nos quatro anos de seleção eu mudaria alguma coisa, é lógico. Com mais experiência, já tendo aprendido com algumas coisas que passaram...”, disse.
Dunga revelou, ainda, que seu trabalho sempre foi cercado de desconfiança. Até mesmo por parte da cúpula da CBF. “Acho que a minha ida para a seleção foi uma questão de postura, que eu tinha uma postura como capitão, como jogador. Me colocaram ali. Eu acredito que nem quem me colocou achava que eu ia durar tanto na seleção.”
Distante da imprensa, recluso, Dunga foi viver a vida em Porto Alegre. Recusou propostas, disse não a times do Brasil, da Europa, dos Emirados Árabes e até de seleções sul-americanas.
Depois de mais de um ano sumido, Dunga falou. Em entrevista ao Histórias do Esporte, da ESPN Brasil, o ex-treinador da seleção brasileira avaliou sua passagem pela equipe pentacampeã mundial e fez uma série de revelações. Entre elas, disse que mudaria algumas das atitudes que tomou quando ocupava o cargo.
“Futebol é um jogo de acertos e erros, que depende de seres humanos. Lógico que se perguntarem se nos quatro anos de seleção eu mudaria alguma coisa, é lógico. Com mais experiência, já tendo aprendido com algumas coisas que passaram...”, disse.
Dunga revelou, ainda, que seu trabalho sempre foi cercado de desconfiança. Até mesmo por parte da cúpula da CBF. “Acho que a minha ida para a seleção foi uma questão de postura, que eu tinha uma postura como capitão, como jogador. Me colocaram ali. Eu acredito que nem quem me colocou achava que eu ia durar tanto na seleção.”

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