O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, não será mais investigado pelos possíveis crimes cometidos contra o sistema financeiro e por lavagem de dinheiro. Nesta sexta-feira, a Justiça Federal decidiu extinguir o inquérito policial contra o dirigente, após uma votação que terminou três a zero.
A relatora do caso, a desembargadora federal Nizete Lobato Carlos decidiu pelo habeas corpus levando em conta um inquérito anterior, sobre o mesmo assunto, que já havia sido arquivado. Com isso, segundo ela, não existe a necessidade de um novo processo. Desta vez, o inquérito foi aberto em outubro, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), que se baseou numa representação do Partido Republicano Brasileiro.
Ricardo Teixeira estaria envolvido em esquema de pagamento de propina a pessoas ligadas à Fifa na década de 1990. A acusação é que o presidente da CBF seria um dos beneficiários dos supostos pagamentos.
A relatora do caso, a desembargadora federal Nizete Lobato Carlos decidiu pelo habeas corpus levando em conta um inquérito anterior, sobre o mesmo assunto, que já havia sido arquivado. Com isso, segundo ela, não existe a necessidade de um novo processo. Desta vez, o inquérito foi aberto em outubro, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), que se baseou numa representação do Partido Republicano Brasileiro.
Ricardo Teixeira estaria envolvido em esquema de pagamento de propina a pessoas ligadas à Fifa na década de 1990. A acusação é que o presidente da CBF seria um dos beneficiários dos supostos pagamentos.
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