O Flamengo vencia por 3 a 0 com uma bela atuação no Engenhão, dominando o Olimpia e contando com ótimas atuações principalmente de Ronaldinho e Vagner Love, mas também dos joves Muralha e Luiz Antônio. Aos 31 minutos, porém, uma bela cobrança de falta do time paraguaio iniciou uma reação tímida, que não surgiu com uma grande pressão, mas em quatro finalizações os visitantes buscaram o empate já perto do estouro do cronômetro. Depois da partida, sobrou para o técnico Joel Santana tentar explicar como a derrota escapou das mãos dos cariocas.
"É difícil. O que posso dizer é que meu time deu uma relaxada na marcação, não foi rígido na disputa de bola. Eu não me lembro dum jogo de festa virar um pesadelo em dez minutos. Você podia ir embora para casa depois dos 3 a 0 que não ia acontecer mais nada, mas Libertadores é assim", iniciou o treinador do Fla, em entrevista coletiva depois do empate no Engenhão.
Apesar da tranquilidade, Joel levantou a voz quando um repórter iniciou uma pergunta que remetia à eliminação da Libertadores de 2008, quando o clube rubro-negro, depois de vencer por dois gols de diferença fora de casa, caiu para o América do México por 3 a 0, num jogo que serviria como despedida do comandante de partida para a seleção da África do Sul.
"Joel, em 2008...", começou o jornalista, logo cortado pelo treinador. "Não, não aguento mais isso, até quando você vai me castigar? Não respondo mais, estou desgastado. A gente tem de dividir as responsabilidades. Aconteceram coisas naquele jogo que vocês não sabem. Hoje demos bobeira, não podíamos relaxar em dez minutos. Para a jogada no meio, fura a bola e acaba o jogo, mas não pode dar bobeira", respondeu o técnico.
Fugindo das desculpas, Joel colocou que "a vida continua", e o Fla já tem jogo domingo. "Vamos falar com os jogadores, sábado temos um treino leve. Aqui a gente está com uma proposta de palavras, vocês com uma proposta de perguntas, e em dez minutos você é obrigado a mudar todo o figurino do filme, bota roupa nova, ficar angustiado", finalizou.
"É difícil. O que posso dizer é que meu time deu uma relaxada na marcação, não foi rígido na disputa de bola. Eu não me lembro dum jogo de festa virar um pesadelo em dez minutos. Você podia ir embora para casa depois dos 3 a 0 que não ia acontecer mais nada, mas Libertadores é assim", iniciou o treinador do Fla, em entrevista coletiva depois do empate no Engenhão.
Apesar da tranquilidade, Joel levantou a voz quando um repórter iniciou uma pergunta que remetia à eliminação da Libertadores de 2008, quando o clube rubro-negro, depois de vencer por dois gols de diferença fora de casa, caiu para o América do México por 3 a 0, num jogo que serviria como despedida do comandante de partida para a seleção da África do Sul.
"Joel, em 2008...", começou o jornalista, logo cortado pelo treinador. "Não, não aguento mais isso, até quando você vai me castigar? Não respondo mais, estou desgastado. A gente tem de dividir as responsabilidades. Aconteceram coisas naquele jogo que vocês não sabem. Hoje demos bobeira, não podíamos relaxar em dez minutos. Para a jogada no meio, fura a bola e acaba o jogo, mas não pode dar bobeira", respondeu o técnico.
Fugindo das desculpas, Joel colocou que "a vida continua", e o Fla já tem jogo domingo. "Vamos falar com os jogadores, sábado temos um treino leve. Aqui a gente está com uma proposta de palavras, vocês com uma proposta de perguntas, e em dez minutos você é obrigado a mudar todo o figurino do filme, bota roupa nova, ficar angustiado", finalizou.
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