Em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste domingo, o técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, defendeu Ronaldinho Gaúcho, mas disse que o atacante precisar melhorar para seguir nas próximas convocações. O meia-atacante do Flamengo tem sido cobrado por torcedores e crítica, sendo até vaiado na vitória sobre o Emelec por 1 a 0, pela Libertadores, na última quinta-feira.
"Vou ser claro para explicar por que convoquei o Ronaldinho contra a Bósnia. O último jogo de seleção completa tinha sido em outubro, contra o México. E ele teve boa atuação, assumiu responsabilidade, fez tudo o que espero. É o parâmetro e precisava manter uma coerência. Ah, mas não está tão bem no Flamengo. No início de temporada, outros não estavam tão bem e foram chamados. Vocês cobram e digo que precisamos repetir mais, abrindo mão de pequenas oscilações", explicou o treinador.
"O que precisa ser modificado em relação a ele é o comportamento na busca da melhora. Isso é o que importa. Não é o fato de eventualmente não estar bem. É o que você faz para melhorar quando não está bem. Se não estiver fazendo o mais importante, não melhora. A fase ruim será muito mais do que fase ruim. Isso deve ficar claro. É óbvio que precisa ter empenho. Não tem milagre em futebol. Se não estiver bem por um longo período, não vai estar bem de uma hora para outra na seleção", falou.
"Fui criado num ambiente em que se dizia que jogo é jogo, treino é treino. Em geral, era história contada pelo mais experiente, titular absoluto, que não queria treinar tanto. Mas precisa treinar forte para jogar forte. Não tem jeito", cobrou o técnico da seleção brasileira, anfitriã da próxima Copa do Mundo.
Mano Menezes também falou de Neymar, principal astro do futebol nacional. Para o técnico, o atacante do Santos deveria ir para a Europa, pois no Brasil ele está sendo exposto demais.
"Em relação a ambiente dele, à coisa aconchegante, a permanência é ótima. Mas, para um desenvolvimento final, para ganhar respeito maior, seria importante passar pela Europa. Estando lá, não há a necessidade de se expor tanto. A permanência no Brasil exigiu contratos que tomam bastante o seu tempo. A gente vê que está exposto. Você precisa executar bem as três questões: treinar, se alimentar e repousar para estar bem", analisou o técnico.
Questionado se seria bom Neymar ir para a Europa antes da Copa de 2014, Mano não titubeou: "Para todos nós. Você não vê necessidade de exposição do Messi tão grande quanto a do Neymar. Ele fez cinco e no outro dia treina quieto, não aumenta o número de compromissos. Ele jogou 90 minutos, fez cinco gols e a impressão é de que jogaria mais 90. Pode se focar mais tempo no principal. No Brasil, não é possível que Neymar faça isso. Foi o preço da permanência".
"Vou ser claro para explicar por que convoquei o Ronaldinho contra a Bósnia. O último jogo de seleção completa tinha sido em outubro, contra o México. E ele teve boa atuação, assumiu responsabilidade, fez tudo o que espero. É o parâmetro e precisava manter uma coerência. Ah, mas não está tão bem no Flamengo. No início de temporada, outros não estavam tão bem e foram chamados. Vocês cobram e digo que precisamos repetir mais, abrindo mão de pequenas oscilações", explicou o treinador.
"O que precisa ser modificado em relação a ele é o comportamento na busca da melhora. Isso é o que importa. Não é o fato de eventualmente não estar bem. É o que você faz para melhorar quando não está bem. Se não estiver fazendo o mais importante, não melhora. A fase ruim será muito mais do que fase ruim. Isso deve ficar claro. É óbvio que precisa ter empenho. Não tem milagre em futebol. Se não estiver bem por um longo período, não vai estar bem de uma hora para outra na seleção", falou.
"Fui criado num ambiente em que se dizia que jogo é jogo, treino é treino. Em geral, era história contada pelo mais experiente, titular absoluto, que não queria treinar tanto. Mas precisa treinar forte para jogar forte. Não tem jeito", cobrou o técnico da seleção brasileira, anfitriã da próxima Copa do Mundo.
Mano Menezes também falou de Neymar, principal astro do futebol nacional. Para o técnico, o atacante do Santos deveria ir para a Europa, pois no Brasil ele está sendo exposto demais.
"Em relação a ambiente dele, à coisa aconchegante, a permanência é ótima. Mas, para um desenvolvimento final, para ganhar respeito maior, seria importante passar pela Europa. Estando lá, não há a necessidade de se expor tanto. A permanência no Brasil exigiu contratos que tomam bastante o seu tempo. A gente vê que está exposto. Você precisa executar bem as três questões: treinar, se alimentar e repousar para estar bem", analisou o técnico.
Questionado se seria bom Neymar ir para a Europa antes da Copa de 2014, Mano não titubeou: "Para todos nós. Você não vê necessidade de exposição do Messi tão grande quanto a do Neymar. Ele fez cinco e no outro dia treina quieto, não aumenta o número de compromissos. Ele jogou 90 minutos, fez cinco gols e a impressão é de que jogaria mais 90. Pode se focar mais tempo no principal. No Brasil, não é possível que Neymar faça isso. Foi o preço da permanência".

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