O técnico Dorival Júnior ganhou uma dor de cabeça de última hora para a partida contra o The Strongest, pela Copa Libertadores. Com a decisão da 16ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), o meia Oscar teve o seu vínculo com o São Paulo renovado, e o Internacional acabou decidindo pela cautela e deixou o jogador de fora. "Existem remédios, a gente tem convicção de que o Oscar vai seguir no Inter", disse o presidente colorado Giovanni Luigi na chegada ao estádio da partida.
A entidade máxima do futebol brasileiro comunicou o São Paulo logo no começo da noite desta quarta que o atleta não mais possui condição de jogo por outra equipe. Pouco antes, o advogado tricolor que cuidou do caso, Carlos Ambiel, já havia dito que havia uma possibilidade de Oscar ficar sem condições de jogo.
“A nossa expectativa é que ainda hoje o nome de Oscar volte a constar ligado ao São Paulo. O regulamento da Libertadores é específico e um pouco diferente, mas estabelece que, para jogar, o atleta precisa estar em condição de jogo em seu país. Com o vínculo com o São Paulo, ele deixa de ter condição nas regras brasileiras e não pode atuar na competição sul-americana”, disse Ambiel à rádio Estadão ESPN.
Nesta quarta-feira, o TRT decidiu esclarecer a decisão que já havia tomado no começo de fevereiro. Na ocasião, foi determinado que os direitos federativos voltassem ao São Paulo. O texto do mandato, porém, deu margem pra dúvidas, e a CBF decidiu manter o vínculo de Oscar com o Internacional. Desta vez, porém, a secretaria do tribunal até já enviou uma notificação à CBF e à FPF (Federação Paulista de Futebol).
“O que havia era uma discussão dentro da CBF e do próprio clube em que ele está hoje é que a antiga decisão não havia efeito na situação atual. O que aconteceu hoje é que o Tribunal disse explicitamente que o vínculo está valendo e notificou a CBF”, disse. “A decisão era muito clara que o contrato valia com o São Paulo, mas a CBF não tinha segurança disso. Defendo que desde aquela época o atleta já estava com vínculo declarado ao São Paulo e não poderia atuar por outra equipe”, disse.
Ambiel ainda flou sobre a possibilidade de o Inter ser punido por ter utilizado Oscar durante deste período de tempo. O advogado explicou que a denúncia teria que ter partido de um clube que tivesse se sentido prejudicado, mas que há um prazo para que isso ocorra. Ainda assim, seria um julgamento difícil de se prever o resultado.
“Essa análise é complicada. Primeiro porque isso é uma discussão que envolve análise se havia ou não infração à condição de jogo. Isso cabe a Justiça Deportiva. No âmbito estadual, é uma decisão do TJD do Rio Grande do Sul. Precisaria haver uma denúncia da procuradoria ou de algum clube que se sentiu ferido. Isso tem um prazo para acontecer. Se não foi feito no prazo, a possibilidade desaparece. No âmbito nacional seria o STJD. No âmbito sul-americano, eu confesso que não sei”, disse.
A entidade máxima do futebol brasileiro comunicou o São Paulo logo no começo da noite desta quarta que o atleta não mais possui condição de jogo por outra equipe. Pouco antes, o advogado tricolor que cuidou do caso, Carlos Ambiel, já havia dito que havia uma possibilidade de Oscar ficar sem condições de jogo.
“A nossa expectativa é que ainda hoje o nome de Oscar volte a constar ligado ao São Paulo. O regulamento da Libertadores é específico e um pouco diferente, mas estabelece que, para jogar, o atleta precisa estar em condição de jogo em seu país. Com o vínculo com o São Paulo, ele deixa de ter condição nas regras brasileiras e não pode atuar na competição sul-americana”, disse Ambiel à rádio Estadão ESPN.
Nesta quarta-feira, o TRT decidiu esclarecer a decisão que já havia tomado no começo de fevereiro. Na ocasião, foi determinado que os direitos federativos voltassem ao São Paulo. O texto do mandato, porém, deu margem pra dúvidas, e a CBF decidiu manter o vínculo de Oscar com o Internacional. Desta vez, porém, a secretaria do tribunal até já enviou uma notificação à CBF e à FPF (Federação Paulista de Futebol).
“O que havia era uma discussão dentro da CBF e do próprio clube em que ele está hoje é que a antiga decisão não havia efeito na situação atual. O que aconteceu hoje é que o Tribunal disse explicitamente que o vínculo está valendo e notificou a CBF”, disse. “A decisão era muito clara que o contrato valia com o São Paulo, mas a CBF não tinha segurança disso. Defendo que desde aquela época o atleta já estava com vínculo declarado ao São Paulo e não poderia atuar por outra equipe”, disse.
Ambiel ainda flou sobre a possibilidade de o Inter ser punido por ter utilizado Oscar durante deste período de tempo. O advogado explicou que a denúncia teria que ter partido de um clube que tivesse se sentido prejudicado, mas que há um prazo para que isso ocorra. Ainda assim, seria um julgamento difícil de se prever o resultado.
“Essa análise é complicada. Primeiro porque isso é uma discussão que envolve análise se havia ou não infração à condição de jogo. Isso cabe a Justiça Deportiva. No âmbito estadual, é uma decisão do TJD do Rio Grande do Sul. Precisaria haver uma denúncia da procuradoria ou de algum clube que se sentiu ferido. Isso tem um prazo para acontecer. Se não foi feito no prazo, a possibilidade desaparece. No âmbito nacional seria o STJD. No âmbito sul-americano, eu confesso que não sei”, disse.

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