Chega ao fim neste domingo o verdadeiro tour santista pelo estado de São Paulo. Com a Vila Belmiro em reforma, o time de Muricy Ramalho precisou colocar o pé na estrada mesmo quando era mandante de seus jogos. O resultado disso: oito cidades percorridas em apenas 11 rodadas e mais de 5 mil quilômetros rodados em menos de dois meses.
Sem poder atuar em casa, o Santos optou por mandar seus jogos em quatro cidades diferentes. O município de Barueri, 101 km distante da Baixada, foi o que mais recebeu jogos da equipe: três. O time alvinegro também passou uma vez por São Caetano (63 km), São Bernardo do Campo (53 km) e Presidente Prudente (625 km), local do clássico contra o Palmeiras.
Apesar de tantas viagens, o Santos garante que o tour pelo estado acabou sendo proveitoso. Gerente de Patrimônio do clube, Luiz Fernando Vella diz os gastos com o transporte acabaram sendo anulados pelos lucros com bilheterias em locais por onde a equipe costuma não passar ou passa muito pouco.
“Em termos de resultados, só o futebol pode dizer. Financeiramente, foi interessante porque a gente teve uma renda boa, como foi em Presidente Prudente, por exemplo. A gente conseguiu atingir um público que geralmente não tem muitas chances de ver o Neymar e os outros de perto. Foi legal por poder prestigiar a torcida que não está acostumada a ver o time de perto”, disse. “A gente conseguiu compensar com outras fontes que não teria jogando na Vila. Financeiramente também foi um bom negócio para o clube”, completou.
Para fechar a conta dos 5.018 km rodados pelo estado de São Paulo, o Santos ainda foi a mais cinco cidades como visitante: Piracicaba (234 km), Jundiaí (133 km), Ribeirão Preto (392 km), Mirassol (531 km) e Campinas (175 km). Os números são baseados nas distâncias terrestres entre o município e a Baixada Santista. Nas contas, a reportagem levou em consideração o dobro desta distância, já que a equipe tem que fazer as viagens de ida e volta.
Para se ter uma ideia de o quanto o Santos viajou neste Paulista, o número de quilômetros rodados pelo Corinthians – atual líder da competição e rival do próximo domingo, justamente na reabertura da Vila Belmiro – é cinco vezes menor. Beneficiado pela tabela com sete jogos em São Paulo nas primeiras 11 rodadas, e equipe de Tite só percorreu 932 km até aqui, passando por quatro cidades: Guaratinguetá (186 km distante da capital), Itu (102 km), Mogi Mirim (164 km) e São Caetano (14 km).
Outros grandes do estado, Palmeiras e São Paulo também viajaram bastante, mas por um motivo: tiveram que jogar duas vezes em Presidente Prudente – até se enfrentaram na cidade do interior paulista, distante 558 km da capital. O time alviverde passou por cinco cidades diferentes e rodou 4.422 km, enquanto a equipe tricolor visitou três municípios e percorreu 2.596 km.
Volta à Vila – O Santos está longe de casa desde o dia 27 de novembro de 2011, quando empatou com o Bahia por 1 a 1 pelo Campeonato Brasileiro. O estádio ficou fechado desde então para que o gramado fosse reformado. Tudo porque, na última troca, a terra que veio com a grama estava contaminada e acabou deixando o piso duro e impermeável.
Três meses depois, o Santos poderá voltar à Vila Belmiro neste domingo, no clássico contra o Corinthians. No último jogo como mandante fora de Santos – goleada por 6 a 1 sobre a Ponte Preta – o astro Neymar até fez questão de elogiar o gramado da Arena Barueri, mas admitiu estar ansioso para voltar a atuar na Baixada. “O estádio aqui até que é bom, o gramado é bom. Mas eu gosto muito de jogar na Vila Belmiro e, quando joga longe, a gente se sente fora de casa”, disse.
Mesmo com a falta de casa, o Santos chega à 12ª rodada do Campeonato Paulista como terceiro colocado da competição, com cinco pontos a menos que o líder Corinthians. Vale lembrar que a equipe usou reservas no início da temporada, minimizando um pouco o desgaste pelo excesso de viagens.
Sem poder atuar em casa, o Santos optou por mandar seus jogos em quatro cidades diferentes. O município de Barueri, 101 km distante da Baixada, foi o que mais recebeu jogos da equipe: três. O time alvinegro também passou uma vez por São Caetano (63 km), São Bernardo do Campo (53 km) e Presidente Prudente (625 km), local do clássico contra o Palmeiras.
Apesar de tantas viagens, o Santos garante que o tour pelo estado acabou sendo proveitoso. Gerente de Patrimônio do clube, Luiz Fernando Vella diz os gastos com o transporte acabaram sendo anulados pelos lucros com bilheterias em locais por onde a equipe costuma não passar ou passa muito pouco.
“Em termos de resultados, só o futebol pode dizer. Financeiramente, foi interessante porque a gente teve uma renda boa, como foi em Presidente Prudente, por exemplo. A gente conseguiu atingir um público que geralmente não tem muitas chances de ver o Neymar e os outros de perto. Foi legal por poder prestigiar a torcida que não está acostumada a ver o time de perto”, disse. “A gente conseguiu compensar com outras fontes que não teria jogando na Vila. Financeiramente também foi um bom negócio para o clube”, completou.
Para fechar a conta dos 5.018 km rodados pelo estado de São Paulo, o Santos ainda foi a mais cinco cidades como visitante: Piracicaba (234 km), Jundiaí (133 km), Ribeirão Preto (392 km), Mirassol (531 km) e Campinas (175 km). Os números são baseados nas distâncias terrestres entre o município e a Baixada Santista. Nas contas, a reportagem levou em consideração o dobro desta distância, já que a equipe tem que fazer as viagens de ida e volta.
Para se ter uma ideia de o quanto o Santos viajou neste Paulista, o número de quilômetros rodados pelo Corinthians – atual líder da competição e rival do próximo domingo, justamente na reabertura da Vila Belmiro – é cinco vezes menor. Beneficiado pela tabela com sete jogos em São Paulo nas primeiras 11 rodadas, e equipe de Tite só percorreu 932 km até aqui, passando por quatro cidades: Guaratinguetá (186 km distante da capital), Itu (102 km), Mogi Mirim (164 km) e São Caetano (14 km).
Outros grandes do estado, Palmeiras e São Paulo também viajaram bastante, mas por um motivo: tiveram que jogar duas vezes em Presidente Prudente – até se enfrentaram na cidade do interior paulista, distante 558 km da capital. O time alviverde passou por cinco cidades diferentes e rodou 4.422 km, enquanto a equipe tricolor visitou três municípios e percorreu 2.596 km.
Volta à Vila – O Santos está longe de casa desde o dia 27 de novembro de 2011, quando empatou com o Bahia por 1 a 1 pelo Campeonato Brasileiro. O estádio ficou fechado desde então para que o gramado fosse reformado. Tudo porque, na última troca, a terra que veio com a grama estava contaminada e acabou deixando o piso duro e impermeável.
Três meses depois, o Santos poderá voltar à Vila Belmiro neste domingo, no clássico contra o Corinthians. No último jogo como mandante fora de Santos – goleada por 6 a 1 sobre a Ponte Preta – o astro Neymar até fez questão de elogiar o gramado da Arena Barueri, mas admitiu estar ansioso para voltar a atuar na Baixada. “O estádio aqui até que é bom, o gramado é bom. Mas eu gosto muito de jogar na Vila Belmiro e, quando joga longe, a gente se sente fora de casa”, disse.
Mesmo com a falta de casa, o Santos chega à 12ª rodada do Campeonato Paulista como terceiro colocado da competição, com cinco pontos a menos que o líder Corinthians. Vale lembrar que a equipe usou reservas no início da temporada, minimizando um pouco o desgaste pelo excesso de viagens.

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